Senti que as forças armadas valorizaram-me de alguma forma para o regresso à vida activa
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Não
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Comments (4)
Tânia Morais(Wednesday, 4 August 2010)
Estive os últimos 5 anos de contrato a trabalhar na área financeira (a minha especialidade Transmissões de Infantaria). Quando conclui a licenciatura em Psicologia e entrei no último ano de contrato, pedi transferência para uma Instituição das FA onde seria possível exercer funções de Psicóloga. Consegui a autorização do Exmo CEME para sair do Ramo e ir para a tal Instiuição, mas semanas depois esse despacho foi anulado. É lamentável que algumas entidades não tivessem percebido que esse último ano de contrato poderia ser um empurrão para a minha integração na vida civil. Infelizmente o meu caso não é o único.
Xana(Tuesday, 3 August 2010)
Não nos devemos eskecer dos cursos nos quais mts de nós não kisemos participar..talvez já pela certeza de não nos servir de nada no futuro..
C.G.(Wednesday, 19 May 2010)
O pessoal tira cursos nas forças armadas que não são reconhecidos em lado nenhum...o dinheiro de reintegração na vida civil nada é mais do que uma ajuda nos primeiros meses sem trabalho...tristeza!
bruno(Sunday, 28 February 2010)
sinto que nao , acho que deviam dar mais formaçao aos militares , formaçao tecnico profissional, porque muitas vezes exercemos mecanica electricidade secretariado ect sem nunca ter um curso, alias o curso de mecanica que se da no entroncamento é uma brincadeira porque de mecaninca nao se aprende nada
As forças armadas preocupam-se e investem na reintegração na vida civil